Buenas amigos e como está no Livro Agenda Gaúcha 2021, (edição que traz a história das aves no folclore do Rio Grande do Sul, que trará na edição 2022 a História do Gado Vacum e do por que comemos carne), na página das datas profissionais e sociais, diz que: o dia 14 é Continental do seguro e do segurador; dia 15 do Assistente Social, do Combate a Infecção Hospitalar, do Gerente Bancário e Internacional da Família; dia 16 do Faxineiro e do Gari; dia 17 Mundial da Comunicação, das Telecomunicações e da Internet; dia 18 das Raças Indígenas da América, do Vidreiro e Internacional dos Museus; dia 19 da Defensoria Pública; dia 20 do Comissário de Proteção da Infância e Juventude, e do Pedagogo. Assim, agradecendo a Deus o privilégio de escrever informando a serviço do bem e de ser lido, o invoco à dizer sobre o Adeus para EDISON CAMPAGNA.

Tem um verso de Luiz Menezes que conta: “A MORTE É CHINA MALEVA TRAIÇOEIRA QUE ATÉ DA PENA, VIVE A PEALAR GENTE BUENA, SEM SE IMPORTAR COM O GAUDÉRIO, NÃO SEI QUE ESTRANHO MISTÉRIO EM MINHA EMOÇÃO SE ESPELHA, QUANDO MINHA ALMA SE AJOELHA, ANTE A CRUZ DE UM CEMITÉRIO”... Realmente está aqui um tema inesgotável para o ser humano, a morte, e a coisa mais certa de quem vive é que um dia vai morrer, mas ninguém se acostuma com isso, todos queremos vida eterna aqui na terra, impossível, pois a eternidade é do espírito e não do corpo, aqui estamos prisioneiros da matéria planetária e da carne, como escola, mas a maioria dos humanos vivem como se não fossem morrer e morrem como se não tivessem vivo.

Felizmente não foi o caso do Edison Campagna, que domingo dia 2 de maio, se foi aos campos celestiais o conhecido músico, compositor e produtor, que comandou a Gravadora ACIT ao lado de sua esposa Ivete Campagna, fazendo muito índio grosso se afinar no estúdio e fazer sucesso.

O corpo de 64 anos, falecido por um câncer de fígado, foi velado e cremado ás 17h30 minutos daquele domingo, no Memorial São José de Caxias do Sul, aonde vivia e teve uma trajetória brilhante nos palcos do Rio Grande, do Brasil e do mundo, pois com Luiz Carlos Borges, gauderiou na EUROPA, levando nossa cultura com o maior esmero e êxito. 

Era um gringo alegre, amigo, sempre de sorriso largo na cara, que conquistou uma legião de admiradores, em 39 anos de produções musicais pela Gravadora ACIT, ambiente no qual conviveu gravando diversos grupos como Tche Barbaridade, e astros veteranos do quilate, por exemplo de Jayme Caetano Braun, Lúcio Yanel, Luis Carlos Borges, Décio Tavares, Mano Lima e Omair Trindade, que com certeza choram por esse Adeus.       

Das centenas de discos que produziu, muitas das faixas levaram sua marca musical, como exímio instrumentista canhoto da guitarra elétrica e do violão, e em vocalizações, o último amigo com quem falou foi o Tio Ci, dois dias antes da partida, combinavam um churrasco que ficou para quando se encontrarem na Estância do Céu, aonde Edison já deu um Oh de Casa, aos seus amigos Bertussis que lhes esperaram na porteira, de gaita no peito à relembrarem os fandangos serranos, que seguirão aqui na terra, saudosos por não terem mais esses galos. Que Deus os abençoem!

Para pensar: A vida são momentos, aprendi pelo viver, o que nasceu tem que crescer e o que cresceu tem que morrer, é o destino puro!