por Dorotéo Fagundes

 Buenas gente amiga, as datas comemorativas profissionais e sociais publicadas no Livro Agenda Gaúcha 2021, lembram que os Dias: 03 é da Polícia Civil; 04 do Orientador Educacional, Mundial da Propaganda, do Trabalhador em Minas de Carvão e do Pedicuro; 05 da Cruz Vermelha; 08 Nacional da Família, do Cronista Esportivo e da Maçonaria Unida do RS; 09 do Fonoaudiólogo. Da edição 2022, aviso que já está nas melhores livrarias e redes sociais, num estouro de tropa, contando a história da carne bovina no mundo, pelas 12 raças pioneiras do BR e do por que comemos carne. Peça já a sua de Natal ou personalizada da instituição, (que ficará como catálogo/brinde o ano todo na mão do teu público alvo), através do e-mail gerencia@tarca.com.br ou whats (51) 995.565.556.  Por tanto, agradecendo à Deus o privilégio de escrever e de ser lido, o invoco para dizer de dois astros GAUCHESCOS e BRASILEIROS!

No dia 4 de dezembro, marca a passagem para os campos da Estância Grande do Céu, de duas personalidades importantíssimas ao desenvolvimento regionalista gaúcho, que se imortalizaram por suas obras, que os tornaram famosos no Estado, no Brasil e no Exterior, refiro-me aos lendários GILDO DE FREITAS e TEIXEIRINHA.

O Leovegildo de Freitas nasceu em Porto Alegre no dia 19 de junho de 1919, (estaria se vivo fosse com 102 anos), desde juvenil descobriu seu talento e seguiu a carreira artística como trovador, gaiteiro, compositor e cantor em uma vida de resultado brilhante, mas de muito sacrifício. Gildo era desapegado das coisas materiais, não acumulou riqueza e o pouco bastante que ganhou, dividiu com os humildes, em constantes atos de benevolência, emprestando sua maior riqueza, o prestigio granjeado como artista, para influenciar os poderosos fazerem mais pelo povo. Assim conviveu (por exemplo) com gente do tamanho de Getúlio Vargas, Alberto Pascoalini, João Goulart e Leonel Brizola, com quem tinha pace livre e era requisitado as campanhas políticas por seu espirito trabalhador e de se comunicar muito bem com as massas. Fazia política partidária, chegando a ser filiado ao PTB, recebeu o título de Cidadão Alegretense e depois de viver gauderiando por estes pagos e pelo Brasil, cantando e trovando versos simples mas de grande profundidade, com perfil filosófico campeiro, sentou a poeira em Viamão nos braços de sua esposa Carminha com quem teve cinco filhos e aos 63 anos faleceu em Porto Alegre, no ano de 1982.

O Vitor Mateus Teixeira, nasceu em Rolante no dia 03 de março de 1927, (estaria se vivo fosse com 94 anos), desde guri, órfão, fez de tudo dignamente para sobrevivência até encontrar aos 20 anos seu caminho artístico que lhe fez um ídolo brasileiro e famoso mundialmente, fazendo fortuna que investiu em sua carreira de cantor, compositor, ator, cineasta, radialista e mecenas, ajudando muitos colegas ficarem conhecidos, inclusive era muito caridoso e dentre tantas, bancou a hospitalização do seu maior rival artístico, Gildo de Freitas. Teixerinha teve uma vida intensa,  passeava musicalmente do campeirismo aos temas românticos e dramáticos humano com muita propriedade, tanto que seu maior sucesso foi Coração de Luto, que diz de seu triste fim familiar quando aos 9 anos ficou órfão de pai e mãe. Foi casado com Dona Zoraida Lima Teixeira e tiveram sete filhos, depois casado com Mary Terezinha teve dois filhos, totalizando nove herdeiros. Tinha Passo Fundo como sua terra adotiva, que logo de sua morte aos 58 anos em Porto Alegre no ano de 1985, a cidade lhe deu uma estátua em via pública que ficou famosa e orgulha os passo-fundenses.

Seguem sua trilha artística Teixeirinha Filho e Teixeirinha Neto, de características próprias com o belo, inconfundível e inesquecível sotaque do pai e avô.                              

  

Para pensar: O DESTINO NÃO SE MUDA SE CUMPRE BEM OU MAL E OS DOIS ASTROS GAÚCHOS CUMPRIRAM MUITO BEM. VIVA GILDO E TEIXEIRINHA!

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