por Dorotéo Fagundes

 

Buenas gente amiga, reverenciado nas páginas das datas comemorativas profissionais e sociais no Livro Agenda Gaúcha, lembramos que nos dias: 13 é da Fraternidade; 14 do Segurador; 15 Internacional da Família; 16 do Faxineiro e do Gari; 17 Mundial da Comunicação; 18 das Raças Indígenas da América; 19 Nacional da Defensoria Pública. Assim agradecendo à Deus o privilégio de escrever e de ser lido, o invoco para dizer sobre O FAXINEIRO E O GARI!

São duas importantíssimas profissões, porque é impossível para qualquer indivíduo ou animal, viver no meio da sujeira, sem faxineiro e Gari, nossas vidas seriam um inferno, tal qual se não tivéssemos o agropecuaristas que nos alimenta, o médico que nos cura o corpo, o pastor que nos salva o espírito deixando mais leve nossa consciência, como um faxineiro que limpa o ambiente e um gari que transporta o lixo.

Aí reside a importância de todas as profissões, pois são pessoas que executam o que nos falta talento para tal e claro, que na escala de valores, há diferenças técnicas, intelectuais e de salário, no mais são seres em ação e como ser humano, nenhum é melhor do que o outro. Por outro lado, cabe analisar que se um médico mudar o dia e hora da tua consulta, tu esperas ou vai noutro, se o pastor não abrir a igreja tu vais noutra, mas se o Faxineiro não limpar o lugar e o Gari não retirar o lixo acumulado da cidade, em uma semana a imundície toma conta e nos colocará em péssimas condições de vida, prejudicando-nos física e emocionalmente.

Pois é o faxineiro quem limpa e o gari quem coleta e leva, imaginem se ninguém limpar e ninguém levar a sujeira acumulada que criamos, como seria o mundo?

Do faxinal, (que quer dizer campo com mato curto), é quem deu origem a faxina e ao faxineiro, aquele que limpa o campo, com função de estocar e abastecer as áreas designadas no lugar, ainda com a função de espanar, varrer, aspirar, esfregar, limpar teto e os cômodos do prédio, executando e documentando atividades rotineiras de inspeção e manutenção.

Do gari, foi do nome próprio de Pedro Aleixo Gary, francês, empreendedor responsável pela limpeza urbana do Rio de Janeiro na década de 1870, que veio a palavra Gari, e virou profissão de conservador das vias públicas, que trabalha no setor de infraestrutura municipal, da limpeza das bocas de lobo, capinas de ruas e córregos, a coleta de todos os resíduos orgânicos e inorgânicos dados como lixo.       

Por tudo isso sugiro quando passarem por um faxineiro ou um gari, os cumprimentem e agradeçam por seu empenho em manter o mundo limpo!

Para pensar: Deus nos deu a mente limpa quando nascemos, e cabe a nós o dever de faxinar e despejar as impurezas, o resto o Faxineiro e o Gari resolvem! 

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