por Dorotéo Fagundes

 Buenas pessoal, vamos homenagear as datas comemorativas e sociais expressas no Livro Agenda Gaúcha 2021, (lembrando que a edição 2022 foi lançada na EXPOINTER, já está nas livrarias contando a história bovina das 12 raças pioneiras do BR e do por que comemos carne), peça já personalizada a da sua instituição, como inovador catálogo/brinde, que ficará o ano todo na mão do teu público alvo, pelo e-mail gerencia@tarca.com.br.  Agora saudando os Dias: 22 do Paraquedista; 23 da Aviação e do Aviador; 24 das Nações Unidas; 25 da Democracia; 26 do Trabalhador da Construção Civil; 27 Mundial de Oração Pela Paz e 28 do Funcionário Público, agradecendo à Deus o privilégio de escrever e de ser lido, o invoco para louvar o ANIVERSÁRIO DO ALEGRETE!

Elevada de povoado a Vila em 25 de outubro de 1831, o Alegrete foi desmembrado de Cachoeira do Sul como o oitavo município do Rio Grande do Sul, recebendo a categoria de cidade em e a categoria de cidade em 22 janeiro de 1857; No censo de 2018 teve a marca de 72.516 habitantes, neste ano que festeja 170 outubros, por certo já passou dos 80 mil habitantes o município que tem a sede a beira do Rio Ibirapuitã e a maior extensão territorial estadual, e foi originada pelo repovoamento dos moradores da localidade Capela do Inhaduí, incendiada 1816 pelos castelhanos, na disputa territorial pampiana.

 A Capela do Inhanduí, fora um posto jesuítico pertencente a grande Estância de Japeju, aonde em 1805 virou uma guarda militar portuguesa, para onde o então Ten. José de Abreu (futuro Marechal de Campo, Barão do Cerro Largo e patrono do 6º Regimento de Cavalaria Mecanizada do Exército Brasileiro), em 1806 levantou com sua força militar, uns ranchos e levou sob sua proteção, algumas famílias para viverem por lá, dentre eles artesões, tropeiros, mascastes, comerciantes e indígenas. Reparem, que neste lugar era para ser o Alegrete, aonde em 1814 foi construído uma nova capela com o nome de Nossa Senhora Aparecida, batizando a localidade de “Povoado dos Aparecidos”, mas quando da invasão de José Artigas, seus habitantes foram refugiados no Acampamento militar a beira do mato do Rio Ibirapuitã, e tendo sido a Capela queimada pelo inimigos 1816, no ano de 1817 o Ten. Cel. José de Abreu manda que seus protegidos, construíssem novas casas num local mais seguro, nas imediações do acampamento militar e para isso, negociou e recebeu como doação do sesmeiro Antônio José Vargas, justamente as terras do serro onde fica a atual cidade, que por isso poderia se chamar Abreulandia ou Vargaslandia. Toda via como o povoamento era abrigado pelo acampamento militar do QG do Marques de Alegrete, a maior autoridade da província, assim foi homenageado e o povoado que ser erguia foi batizado de Alegrete.

 No território alegretense travou-se as maiores peleias da conquista geográfica luso-brasileira; foi em 1842 capital da República Rio-grandense; foi abrigo de grandes contingentes militares na Guerra do Paraguai de fim em 1870; foi palco da maior batalhada da Revolução Federalista em 1893, da Revolução de 1923 entre Chimangos e Maragatos, (quando no combate da Ponde do Rio Ibirapuitã,  feriram de morte (meu tio avô) maragato, Cel. Maurício de Abreu, trisneto do Gen. José de  Abreu.       

 Além das glórias militares, essa terra tem a Gazeta do Alegrete, o mais antigo jornal do RGS e terceiro do Brasil, é berço de ilustres brasileiros, políticos como Oswaldo Aranha, Demétrio Ribeiro, Rui Ramos, Aldo Fagundes, poetas como João do Cunha Vargas, Mário Quintana e Antônio Augusto da Silva Fagundes, (Nico Fagundes) e poderíamos fazer inúmeras colunas de nomes ilustres em todas as áreas profissionais, mas paro aqui essa lembrança, esse culto dando Parabéns Alegrete, e agradecendo aos alegretenses Dorotéo Oliveira de Abreu e Cecília Fagundes, por eu estar aqui!      

 Para pensar: O Nico escreveu, “Não me perguntes onde fica o Alegrete, segue o rumo do teu próprio coração...”, ensinado que devemos também honrar a terra em que nascemos! 

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